Quando começa a Superliga de Vôlei 2026/27? A pergunta já circula entre torcedores de clubes como Sesc RJ Flamengo, Sada Cruzeiro e Praia Clube, mas a Confederação Brasileira de Voleibol (CBV) ainda não bateu o martelo sobre a data oficial da temporada masculina e feminina. Pelo padrão dos últimos anos, a expectativa é de que os jogos comecem em meados de outubro, com o calendário completo anunciado pela entidade em setembro.
Quando começa a Superliga de Vôlei 2026/27
Na edição 2025/26, a CBV lançou a tabela em fins de setembro e a bola rolou em 20 de outubro no feminino e 21 de outubro no masculino. Reportagens recentes sobre os elencos que disputarão 2026/27 já tratam a nova temporada como certa para o período entre “meados de outubro e novembro”, mas sem uma data cravada. Isso é normal: a CBV costuma amarrar detalhes de sede da final, parceiros de transmissão e grade de rodadas apenas nas semanas anteriores ao anúncio oficial.
Vale lembrar que a Superliga nacional não deve ser confundida com torneios estaduais, como o Paulista, que tem calendário, formato e times próprios. Quem quiser comparar as duas competições pode conferir também quando começa o Paulista de Vôlei 2026 e quais times disputam, torneio estadual que funciona como preparação para muitos clubes antes da temporada nacional.
Como funciona o formato da competição
O formato deve se manter igual ao das últimas temporadas: 12 clubes na chave masculina e 12 na feminina, todos jogando entre si em turno e returno, num total de 22 rodadas na fase de classificação. Os oito melhores de cada naipe avançam aos playoffs, disputados em melhor de três jogos até a semifinal, com a decisão em jogo único, em local que a CBV ainda vai definir.
Entre os homens, a elite recebe duas caras novas vindas da Superliga B: Montes Claros e Norde Vôlei, que substituem Joinville e JF Vôlei na tabela de 2026/27. No feminino, o acesso ficou com Abel Moda e Pinheiros, que retornam à primeira divisão um ano após caírem para a segunda; as vagas abertas são as de Tijuca e Sorocaba, rebaixados na temporada passada. Ou seja, o número de participantes segue estável em relação à edição anterior, mas quatro equipes trocam de lugar somando os dois naipes.
Quem são os favoritos
No masculino, o nome a ser batido é o Sada Cruzeiro. O clube mineiro conquistou o nono título da Superliga na temporada 2025/26, ao vencer o Vôlei Renata/Campinas por 3 sets a 1, retornando ao topo depois de ficar sem o troféu na temporada anterior. Com o resultado, o Cruzeiro segue como maior campeão da história da competição, à frente do Minas, que soma quatro taças na Superliga. Uma vitória em 2026/27 representaria o bicampeonato consecutivo do clube e o 10º título de sua coleção, ampliando ainda mais a distância para o segundo colocado do ranking histórico. Para a nova temporada, o time mantém a base com Lucão, Oppenkoski, Brasília e Rodriguinho, além de trazer de volta o cubano-brasileiro Yoandy Leal, ausente havia oito anos, e o argentino Armoa Morel.
O principal rival na briga pelo título deve ser o Campinas, vice-campeão em três finais seguidas. A equipe se reforçou com a contratação de Douglas Souza, que deixou justamente o Cruzeiro, além do central olímpico Éder e dos ponteiros Marcus Coelho e Vinícius Henrique.
No feminino, quem chega embalado é o Praia Clube, campeão da Superliga 2025/26 ao vencer o Gerdau Minas por 3 sets a 0 na final, em 3 de maio. Foi o terceiro título da equipe mineira na competição. Sesc RJ Flamengo e Gerdau Minas, tradicionais protagonistas do vôlei feminino nacional, seguem entre os favoritos a brigar pela taça na nova temporada, ao lado de Osasco São Cristóvão Saúde e Fluminense.
Enquanto a CBV não confirma a data exata do início dos jogos, o consenso entre clubes e imprensa especializada, como mostrou a cobertura da conquista do nono título do Cruzeiro, é que a Superliga 2026/27 deve abrir a temporada no mesmo intervalo de outubro que se tornou tradição nos últimos anos, com o anúncio oficial esperado para as próximas semanas.



